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Quinta-feira, 02 de Maio de 2013

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Quinta-feira, 04 de Abril de 2013

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Quinta-feira, 14 de Março de 2013
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Entrevista


 

 

Cristiano Ronaldo é um desses nomes que faz os corações de milhões de torcedores do mundo inteiro baterem mais forte. Afinal, ele é o grande astro do Real Madrid e um dos melhores atacantes da história do futebol mundial. As arrancadas, as jogadas de craque e, acima de tudo, os gols, tão abundantes quanto espetaculares, já fazem parte do imaginário de grandes momentos do esporte mais popular do mundo.

O atacante português fez parte dos rankings de melhores jogadores do planeta nos últimos quatro anos e, além disso, participou da cerimônia de gala da Bola de Ouro FIFA 2012 em Zurique, na qual conquistou a segunda posição. Um pouco antes da entrega dos prêmios, ele concedeu entrevista exclusiva ao FIFA.com, durante a qual resumiu como se encontra profissional e pessoalmente.

FIFA.com: Esta é a quarta vez que você fica entre os finalistas da Bola de Ouro FIFA. Como se sente ao fazer parte da elite do mundo mais uma vez?
Cristiano Ronaldo: Muito bem. Ser indicado é uma grande honra e me deixa muito contente. Demonstra que mantenho um nível muito bom na minha carreira, e só posso me sentir muito feliz por isso. O que mudou desde então? Sou quase o mesmo. Tenho um pouco mais de experiência do que tinha há uns anos e continuo tendo a mesma ambição. Em geral, sou a mesma pessoa e o mesmo jogador.

Naquela época você jogava pelo Manchester United, e agora atua pelo Real Madrid. Em que se diferenciam os times?
São os dois melhores times do mundo, e por isso é sempre difícil obter sucesso neles. Têm coisas boas e coisas menos boas. Acho que no Real Madrid há mais pressão do que no Manchester. Estou nele há três anos e meio e acho que é assim porque todos estão muito concentrados em ganhar pela décima vez a Liga dos Campeões. Isso cria uma certa ansiedade, que se sente a todo momento.

Acha que às vezes essas expectativas afetam o que acontece em campo?
Acho que sim, é pressão demais, e algumas vezes afeta. Mas temos de tentar superar, não podemos nos afetar com o que dizem de nós, principalmente na imprensa, que fala todos os dias do Real Madrid. Afinal de contas, é uma decisão individual: quem quer, lê; quem não quer, não lê. Não importa muito o que dizem os jornais, e por isso não é preciso fazer um drama do assunto. 

O início problemático da equipe no Campeonato Espanhol deve ter contribuído também para essa pressão, não é? 
Não começamos bem o campeonato, é verdade. Sabemos que conquistar o título agora está muito difícil, mas no futebol nada é impossível. Vamos trabalhar e ganhar jogos, e depois veremos o que pode acontecer. E ainda há a Liga dos Campeões da Europa e a Copa da Espanha. Temos muito a ganhar neste ano.

Dadas as circunstâncias, conquistar a Liga dos Campeões da Europa é a prioridade máxima?
Sim, é claro. O décimo título é tudo o que os torcedores querem. Sabemos bem disso. No ano passado chegamos quase lá, o que foi muito frustrante. Por sorte, temos chance de uma revanche neste ano, com a dificuldade extra de enfrentar o Manchester United. Não vai ser fácil, e na minha opinião as chances são meio a meio para cada equipe, mas tenho muita confiança.

Acha que, se o Real Madrid voltar a jogar como sabe, deverá ser considerado favorito?
Nenhuma equipe é invencível, mas, quando jogamos ao máximo, somos um grupo realmente bom. Não se deve esquecer que o Manchester United teve um grande início de campeonato, tem uma vantagem enorme na liga inglesa, mas, de fato, se jogarmos à nossa altura poderemos superá-lo. Para isso, devemos estar unidos e jogar em equipe, como fizemos em muitas outras partidas.

A colocação no Campeonato Espanhol também tem contribuído para que um setor do público proteste contra o técnico José Mourinho. Qual é a sua opinião a respeito? 
As pessoas se manifestam à sua maneira, e é preciso respeitá-las, mas acho que devem ter um pouco de paciência. Tenho certeza de que o Mourinho sempre quer o melhor para o clube, e vai defendê-lo até a morte como todos os que estão ao lado dele sabem, mas a opinião do público deve ser respeitada. Na minha opinião, ele é o melhor treinador do mundo, com muita experiência e que ganhou tudo.

Você também costuma gerar controvérsia com uma parte do público. Por que acha que se cria essa polêmica ao seu redor?
Não sei, não posso dar essa resposta com 100% de certeza, também tenho me perguntado. Quem me conhece, quem jogou comigo, sabe o tipo de pessoa que sou. Quem não me conhece pode dizer o que quiser e pensar o que quiser. Respeito quem me critica, porque sei que essas opiniões sobre mim não estão corretas. É preciso saber viver com isso porque faz parte da vida de todos os jogadores. De todas as pessoas, na verdade.  

Um dos pontos de discussão foi a possibilidade de mudar de time. É algo que cogita para o futuro?
Quero acabar o meu contrato no Real Madrid, disso tenho certeza. Depois, não sei o que acontecerá no futuro.

Passando a temas mais pessoais, a que atribui o tremendo sucesso que teve ao longo da carreira?
Acho que tive talento e que trabalhei muito para alcançar os meus objetivos. É preciso ter a humildade de entender o que nos falta e seguir adiante. Durante toda a carreira sempre busquei aprender, evoluir e ganhar troféus. Sou muito ambicioso, quero sempre ganhar, e até eu me aposentar continuarei sendo assim.

Além disso, fora de campo houve também notícias muito boas, como o nascimento do seu filho…
Foi o melhor momento da minha vida. É um orgulho, sinto-me realizado e muito feliz.

Quer que ele seja jogador de futebol?
Vai ser o que quiser ser. Gostaria que fosse jogador, é claro, e tentarei cercá-lo de futebol, mas será uma decisão dele e apoiarei o que quer que ele decida.

Fala-se muito do jogador Cristiano, mas se conhece pouco do que faz fora de campo. Como passa o seu tempo livre?
Gosto de fazer coisas que não consigo fazer quando estou trabalhando, como estar com a família, viajar, passear, ver jogos de basquete, tênis, ficar com o meu filho… O futebol fica no campo; fora dele prefiro ser uma pessoa normal.

A fama às vezes lhe pesa? Não sente falta de ser uma pessoa menos pública?
Ser jogador tem coisas boas, mas outras nem tanto. Perdem-se coisas normais e sacrificam-se situações que seriam vividas caso não se fosse uma pessoa pública. Mas é a profissão que escolhi. Tudo isto faz parte dela, e não me arrependo de maneira nenhuma.

Para terminar, sente-se feliz neste momento da sua carreira?
Na verdade, sim. Faço o que gosto de fazer, sei que sou privilegiado e sinto-me realizado por isso.


 

 

 

 trabalho realizado por:

- hugo Andre

- Nº10

- T:7ºA

 

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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

 

 

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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2012

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Terça-feira, 29 de Maio de 2012

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